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Fazemos também Contabilidade!



Fazemos também Contabilidade!

A ciência contábil é simplesmente fascinante. É através dela que se pode tirar inúmeras conclusões, análises, visualização de performances, índices de avaliação da atuação da empresa, composição da lucratividade sob vários aspectos ou deficiências econômico-financeiras que suscitam maior enfoque administrativo. Por seus detalhados relatórios, demonstrativos de razão, balancetes, peças especificamente criadas para determinada avaliação, fichas auxiliares do razão ou no Balanço Patrimonial, têm-se, a disposição, uma gama de ferramentas especialíssimas e indispensáveis, de total apoio e suporte para decisões gerenciais, utilizado em todas as esferas administrativas. Você pode achar muito complicado analisar os documentos contábeis e que apenas os contadores tem o dom e a facilidade para entender o que aqueles números, estrategicamente colocados querem nos transmitir, mas aqui vai uma dica muito simples para facilitar a compreensão de um Balanço Patrimonial. Em duas partes ele é composto. O Ativo e o Passivo. No Passivo encontra-se a origem dos recursos que a empresa detém, que pode ser próprio (Patrimônio Líquido) ou de terceiros (Circulante), e no Ativo, encontra-se a destinação dada aos recursos conseguidos, que podem ser em investimentos financeiros (Disponível), investimentos de giro (Circulante) ou investimentos imobilizados (Permanente). O contador não pode ater-se tão somente a registrar os fatos ocorridos na empresa e ser um mero espectador, informando o que se passou num determinado período. É preciso minucioso acompanhamento desse passado recente, extraindo dele conclusões que facilitem na projeção de perspectivas, criando metas e objetivos junto a direção da empresa, corrigindo ou reforçando o que for necessário, traçando planos para o futuro promissor e de sucesso que se espera. Nesse momento o contador já está atuando na esfera da assessoria e consultoria. Deixando de lado a função de simplesmente registrar para num total comprometimento administrativo, orientar e auxiliar nas decisões da cúpula diretiva. É o chegar junto. Utilizando-se das informações concretas que tem em mãos, agregado aos seus conhecimentos da interpretação e baseado nas intenções previstas ou desejadas, confidência essa que lhe é segredada, envolve-se, totalmente, com o dinamismo empresarial. Na condição de direto colaborador nas questões de gerenciamento de negócios, sua participação torna-se mais efetiva e rotineira. O seu aval, via de regra, é sempre solicitado, com vistas a evitar-se conseqüências tributárias ou fiscais que comprometam os planos do empreendimento. Afora o atendimento das atividades de assessoria e consultoria, existem as exigências fiscais e burocráticas, em grande número, diga-se a bem da verdade. Todas as esferas fiscais têm as suas, muitas vezes repetitivas, sob as mais diversas siglas, tais como, DCTF, DIRF, PERD/COMP, DIPI, DIPJ, DACON, DIRPF, ITR, DIMOB, GIA, ITCMD, GRF-CBT, GFIP, CFIP, CAGED, DECON, DISS, etc., o que motivou inclusive uma campanha publicitária que reuniu várias entidades de classe, SESCON e OAB, entre outras, dizendo em seu final: "... agora só falta o FIM". Todas com prazo certo para entrega e pesadas multas no atraso do cumprimento da obrigação, demandam atenção rigorosa para seu perfeito encaminhamento, consumindo grande parte do expediente dos profissionais que se encarregam desse exigente e detalhado setor. São compromissos que por força de seu cunho legal obrigatório, não podem ser protelados e acabam tolhendo o desempenho funcional dos contabilistas. O profissional precisa em um primeiro plano, colocar "em dia" todas as obrigações legais, para só depois, programar suas visitas ou reuniões de assessoria/consultoria. Completamente solicitado pela alta gerência das empresas que assessora, na solução e encaminhamento dos assuntos rotineiros tais como, elaboração de cadastros, certidões negativas, expediente da Junta Comercial, pendências com a Receita Federal, atendimento à fiscalização de todas as áreas, esclarecimento de dúvidas fiscais, tributárias ou trabalhistas, opinar sobre o layout de impressos fiscais ou modelos exigidos, auxiliar na informatização, entre outros, e absorvido pelas necessidades de sua nova função de "auxiliar do fisco", o profissional contábil passa a ter estreita relação nas decisões de comando que, ao empresário, o que menos importa é saber quando e como a sua contabilidade é feita. A contabilidade é tão inerente à vida empresarial assim como o ar que respiramos.Ela já passou a fazer parte das decisões que nem sentimos que a estamos utilizando. Assim, diante de tão vasta série de atribuições que envolvem a área contábil, é preciso que se lembre, nós os contadores, pelo fato de sermos apaixonados pela ciência contábil, fazemos tão bem contabilidade, e que, pedindo escusas pela insistência, fazemos também contabilidade!

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